PROFESSORA ANDRÉA

sábado, 25 de junho de 2016

CEM FLORÊNCIO AIRES PROMOVE CAFÉ LITERÁRIO NO DIA D DA LEITURA.

I CAFÉ LITERÁRIO: LITERATURA TOCANTINENSE


Estudantes do período matutino do ensino médio e fundamental do CEM Professor Florêncio Aires de Porto Nacional, participaram de um bonito e inteligente momento cultural com dois dos maiores escritores portuenses: Juarez Moreira e Dr. Célio Pedreira.

No dia 24 de Junho de 2016, ambos proferiram palestras sobre suas obras durante o I Café Literário sobre os Elementos e Trajetória da Literatura Tocantinense realizado pela Unidade Escolar e que teve como objetivos resgatar, valorizar e dar visibilidade a produção literária tocantinense.

Na ocasião, mediados pela professora Alaíde Carvalho de Moura, Juarez Moreira e Célio Pedreira falaram sobre suas obras, a importância da leitura e o valor da literatura tocantinense. Ao longo do evento responderam perguntas dos estudantes e dos professores presentes.

No final, foi servido um saboroso e diversificado café que incluiu itens da culinária local, como o bolo mané-pelado.

A ação faz parte do Dia D da Leitura sugerido pela Secretaria Estadual da Educação e teve um envolvimento significativo dos estudantes do ensino fundamental, que coordenados pelas professoras Gracivânia Gomes de Oliveira (Língua Portuguesa) e Luziete Ribeiro dos Reis Santos (História), estudaram as obras dos escritores convidados.

A primeira, com “Tipos de Rua”, a obra mais popular de Juarez Moreira. A segunda, retratando a vida e obra de Célio Pedreira. A coordenação geral do evento ficou sob a responsabilidade de Andréa Siqueira Melo, coordenadora pedagógica do Ensino Médio.




sábado, 18 de junho de 2016

Origem da Festa Junina


Resultado de imagem para origem da festa junina no brasil e suas influencias 

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.

Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
Assim, passou a ser uma comemoração da Igreja Católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.


 

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.


Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.


 
Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.


As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Festa Junina - Os santos: Conheça Santo Antônio, São João e São Pedro

 


Santo Antônio
Para seguir a ordem cronológica das festas, pode-se começar por Santo Antônio. Ele nasceu em Lisboa, em data incerta, entre 1190 e 1195. Seu nome de batismo era Fernando. Pertencia a uma família de posses, chamada Bulhão ou Bulhões. No entanto, abdicou da riqueza por volta de 1210, ingressando na ordem dos franciscanos.
Seguiu para o atual Marrocos para desenvolver trabalho missionário, mas sua saúde não se adaptou ao clima africano. Adoeceu e regressou à Europa, fixando-se na Itália. Lá, demonstrou grande talento para a oratória, o qual desenvolveu praticando ao máximo durante nove anos.

Possuía grande conhecimento da Bíblia e seus sermões impressionavam tanto os intelectuais quanto as pessoas simples. Alguns de seus escritos foram conservados e são conhecidos ainda hoje. Seu carisma conquistava multidões. A saúde, porém, continuava frágil e ele morreu com cerca de 35 anos, em 13 de junho de 1231, sendo canonizado no ano seguinte. Está enterrado em Pádua (Itália) e sobre seu túmulo ergueu-se uma basílica, que é lugar de grande peregrinação.


São João Batista
Em geral, os dias consagrados aos santos são aqueles em que eles morreram. No caso de São João Batista, acontece o contrário: comemora-se o seu nascimento, que teria sido em 24 de junho de ano desconhecido. João Batista foi profeta e precursor de Jesus Cristo. Era filho de Zacarias, um sacerdote de Jerusalém, e de Isabel, parente da mãe de Jesus.
João apareceu como pregador itinerante em 27 d.C. Aqueles que confessavam seus pecados eram por ele lavados no rio Jordão, na cerimônia do batismo. Atualmente, Israel e a Jordânia disputam a posse do local exato do rio onde São João batizava, já que isso atrai uma imensa quantidade de peregrinos e turistas.

João teve muitos discípulos e batizou o próprio Jesus. Porém, logo depois, foi atirado na prisão por haver censurado o rei Herodes Antipas, quando este se casou com Herodíades, a mulher de seu meio-irmão.

De acordo com a Bíblia, Herodes prometeu à jovem Salomé, filha de Herodíades e execelente dançarina, o que ela lhe pedisse, depois de tê-la visto dançar. Instigada pela mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista, que lhe foi entregue numa bandeja. O episódio teria ocorrido em 29 d.C.


São Pedro
São Pedro também tem parte de sua vida registrada pelo Novo Testamento. Era um pescador no mar da Galiléia, casado, irmão de Santo André. Juntamente com este, foi chamado por Cristo para tornar-se "pescador de homens". Seu nome original era Simão, mas Jesus deu-lhe o título de Kephas, que, em língua aramaica, significa "pedra", e cujo equivalente grego tornou-se Pedro.
O nome se origina quando Simão declarou "Tu és Cristo, o filho de Deus vivo", ao que Jesus respondeu "Tu és Pedro e sobre essa Pedra edificarei minha Igreja", entregando-lhe as "chaves do reino do Céu" e o poder de "ligar e desligar". Os evangelhos dão testemunho da posição de destaque ocupada por Pedro entre os discípulos de Jesus. No entanto, mesmo assegurando que jamais trairia Cristo, negou conhecê-lo por três vezes, quando seu mestre foi preso. Após a ressurreição, Pedro foi o primeiro apóstolo a quem Cristo apareceu e, depois disso, ele se tornou chefe da comunidade cristã.

A tradição, que não está relatada explicitamente no Novo Testamento, conta que Pedro teria sido crucificado em Roma. O fato tem sido muito questionado, mas as pesquisas arqueológicas têm contribuido para confirmar a tradição, deixando claro que Pedro foi martirizado a mando de Nero.

Conta-se que ele pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, para não igualar-se a Jesus. No local onde foi sepultado, segundo a tradição, ergueu-se a basílica do Vaticano, mas as escavações feitas no local não são conclusivas quanto ao fato de ali ser ou não o túmulo do santo.


Quo vadis?
Das várias histórias que surgiram em torno de São Pedro, uma delas conta que o santo, fugindo da perseguição, estava deixando Roma, quando encontrou-se com Cristo e perguntou-lhe: "Onde vais, Senhor?" (em latim, Quo vadis, Domine?). Jesus disse que voltava para Roma, onde seria novamente crucificado. Pedro então voltou para Roma e acabou martirizado.
Este episódio deu origem ao romance "Quo Vadis", do escrito polonês Henrik Sienkiewicz, Prêmio Nobel de 1905, adaptado pelo cinema norte-americano num filme de 1951, dirigido por Mervin LeRoy, que se tornou um clássico de Hollywood.

Para encerrar, uma curiosidade linguística. Você sabe o que significa comemoração? Comemorar, junta o prefixo latino "co" (uma redução de "com") com "memorar" que significa trazer à memória, lembrar. Ou seja, trata-se de lembrar com os outros alguma pessoa ou fato importante para a comunidade.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

História de Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira Tiradentes é considerado nos dias de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência Mineira.

 
Tiradentes é considerado nos dias de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um feriado nacional.

História

Joaquim José da Silva Xavier, que ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos que os seus pais tiveram.

Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde, quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”. Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.

 
Em 1780, ele decidiu se alistar na tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do nosso país.

Mudou-se para o Rio de Janeiro e lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a formação dos Estados Unidos.

Todo o movimento foi centrado no ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao governador no ano de 1789.

Condenação e morte de Tiradentes

Quando isso aconteceu, Tiradentes estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos, mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.

 

Ele foi enforcado no dia 21 de Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e exposto em praça pública, como era de costume naquela época.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

CEM FLORÊNCIO AIRES REALIZA I SARAU LITERÁRIO: arte, música e poesia.

O Centro de ensino Médio Professor Florêncio Aires, realizou nesta sexta-feira 15 um lindo evento pelo Dia "D" da Leitura. O I SARAU LITERÁRIO : arte, música e poesia, teve como tema principal o cordel. 

A abertura do evento contou com a participação dos Tambores do Tocantins, projeto realizado na escola com o professor Márcio Bello. Foram realizadas várias apresentações como teatro " A chuva no Sertão" que abordou a campanha contra o mosquito aedes aegypti coordenado pela professora Helane, houve apresentações culturais como xote em alusão as festas sertanejas, das turmas da professora Nádia Caroline. 

Exposição de varal de cordeis confeccionados pelos alunos nas disciplinas de Língua Portuguesa, exposição de cartazes confeccionados nas aulas de Artes apresentando as xilogravuras, que são as artes representantes nos cordeis da professora Gracivânia, Zilda e Cristiane. 

Toda a ornamentação do evento foi confeccionada nas aulas de Artes, das professoras Nádia Caroline e Rosicleia Ferreira. Contatando ainda com a brilhante participação das servidoras Claudia Cruz e Loiza Helena nesse trabalho lindíssimo de confecção de luminárias de barbante, painel, lembrancinhas, varal de enfeites, pintura de copos, costura e vários outros trabalhos.

Cartazes confeccionados pela área de humanas professor Oidê Carvalho de Moura, representando a primeira forma de literatura, o Trovadorismo. Recital de poesias e cordel pelos alunos da professora Cheila, Neuselina e Margarida, também houve apresentação de cordel na área de biologia pelos alunos da professora Ana Cristina, apresentações de dança com um mix de xote, afro e dance pelos alunos da Escola Estadual Frei José Maria Audrin com o professor Ranieri, convidados em parceria entre as coordenações Andréa Siqueira e Welma Rodrigues. Música apresentada pelas alunas da segunda série do Ensino Médio da professora Nádia Caroline, apresentação de música autoral pela ex aluna da escola Diana Rodrigues.

As turmas da terceira série do Ensino Médio ficaram responsáveis pelas barracas de alimentação. O aluno André da primeira série do Ensino Médio foi o locutor do evento. O encerramento contou com a participação da professora Nibelle Lira e Fábio Manduca, com linda apresentação voz e violão. O Sarau trabalhou a interdisciplinariedade, ação do Projeto Político Pedagógico da U.E, tornando-se ricamente apreciado pela comunidade escolar. 










terça-feira, 5 de abril de 2016

CEM FLORÊNCIO AIRES REALIZA OLIMPÍADA DE HUMANAS 2016


Foram realizadas no dia 10 de março de 2016, a VII Clio - Olimpíadas de História e a II Palas - Olimpíadda de Filosofia do Centro de Ensino Médio Professor Florêncio Aires de Porto Nacional - TO.

A Clio foi destinada aos estudantes do último ano letivo do ensino médio regular e EJA e a Palas aos estudantes do segundo ano médio regular e EJA e tiveram como objetivos elevar o senso crítico e popularizar suas respectivas disciplinas, sondar o nível de aprendizagem dos formandos e elevar os índices das avaliações externas (Salto, Enem e vestibulares).

A grande vencedora da VII Clio foi a turma do terceiro ano 33.05 noturno, que elevou o prêmio de R$50,00 (cinquenta reais) mais troféu.

Na categoria individual, a estudante Alana Simões do terceiro ano 33.03 matutino foi campeã levando R$100,00 (cem reais) mais troféu e medalha.
já na II Palas, o segundo 23.02 matutino foi o campeão total levando o prêmio de R$50,00 (cinquenta reais) mais troféu, juntamente com a estudante da turma Fabíola Antônia que recebeu R$100,00 (cem reais) mais troféu e medalha.

os dosi eventos pedagógicos tiveram a participação de 239 estudantes e foram criados e patrocinados pelo professor de Filosofia Oidê Carvalho de Moura.

Palas é o primeiro nome de Atena, deusa grega da sabedoria. Já Clio é a musa grega da História.