PROFESSORA ANDRÉA

domingo, 13 de outubro de 2013

HISTÓRIA DO TOCANTINS - Cidades e Monumentos Históricos: Dianópolis

Antigo Arraial de São José do Duro é uma das cidades tocantinenses mais contempladas em obras de escritores, poetas e historiadores, especialmente por ter sido palco de movimentos armados.

 Em 1750, criadores de gados da região nordestina através do vale de São Francisco, chegaram às terras tocantinenses, antigo norte goiano. Das Minas Gerais também partiram aventureiros em busca de riquezas minerais e índios, adentrando ao vale do Tocantins chegando à região de Dianópolis, dando assim inicio ao povoamento urbano.

A cidade tem suas origens ligadas ao aldeamento indígena e à mineração em meados de 1750/51. O aldeamento localizava-se junto ao ribeirão Formiga com nome de São Francisco de Xavier do Duro, também conhecido como missões. Conforme versão popular, as índias Tapuia em suas andanças pelos arredores, encontraram pedras amarelas que foram levadas aos Jesuítas. Estes constataram que as tais pedras eram pepitas de ouro. Em decorrência deste ato os índios ficaram responsáveis pela extradição aurífera, tornando o local conhecido como “As Minas das Tapuias”, daí derivando os nomes D’oiro, D’ouro e Duro.

Museu Histórico
A lei Provincial n° 03, de 14/10/1854, criou o distrito de São José do Duro, sob a jurisdição de Conceição do Norte e, em 26/08/1884, a Lei Provincial n° 723 elevou o distrito a Vila com o mesmo topônimo, provavelmente instalada em 1890. Em 1938 recebeu o nome de Dianópolis em homenagem às irmãs Custodianas ou Dianas, pertencentes á umas das famílias tradicionais da cidade.

olis pouco se conservou da arquitetura. O centro histórico da cidade, situado em torno da Praça Cel. Wolney é composto de prédios residenciais, restando duas casas do século passado. Essas casas mantêm suas características originais (foram construídas em 1885 e 1892, respectivamente). Além desses imóveis restam também cerca de meia dúzia de outros, que conservam o aspecto original, porém, retratam um estilo já do inicio do século passado, por volta dos anos 30 e 40.



- Patrimônio Material

Capela dos Nove
Capelinha dos Nove
Igreja erguida no túmulo das nove vítimas do massacre que houve no “tronco” em 16 de janeiro de 1919.
Prefeitura Velha
O prédio era a antiga residência dos irmãos Aurélio e Alberto Araújo, descendentes da família do Coronel Wolney. Em 1948 foi comprado pela prefeitura, tornando-se sede do Executivo Municipal até a década de 1970. Hoje é conhecido como “prefeitura velha”.

Casa do Cel. Wolney

Casa construída em 1885 pelo Coronel Joaquim Ayres Cavalcante Wolney, é dividida em 14 cômodos e foi erguida por braço escravo. Suas paredes de adobe medem cerca de 45 cm de espessura e com portas de madeiras de cerca de 3 metros de altura.

Igreja Sagrada Família

Igreja Sagrada Família
Funcionou como Matriz de São José (padroeiro da cidade) até tempos recentes quando foi construída a nova Matriz.












Igreja de São José das Missões

Igreja São José
Templo importante pelo fato de pertencer a um povoado resultante de aldeamento indígena, origem da própria cidade de Dianópolis.















HISTÓRIA DO TOCANTINS - Cidades e Monumentos Históricos : Arraias

Prédio está sendo restaurado para abrigar o museu de Arraias - Foto: Emerson Silva (FCT)
Museu Histórico
Originou-se em 1739 com a descoberta de um garimpo. Em 1740, com o apoio do Governador D. Luís de Mascarenhas, foi definido traçado das ruas, o que contribuiu para o assentamento da população sob a nomenclatura de Nossa Senhora dos Remédios de Arraias. O povoado situa-se a 3 Km da “Chapada dos Negros”, antigo arraial riquíssimo em ouro, surgido em 1733, de acordo com as indicações do historiador Pe. Luís Palacim. No dia 16 de agosto de 1807, o povoado de Arrais foi elevado a Julgado e, mais tarde, através da Resolução de 1° de abril de 1833, passou à categoria de vila, instalada em 19 de setembro do mesmo ano.

O declínio da mineração contribuiu para a evasão urbana e o crescimento da zona rural, onde os habitantes desenvolviam atividades de pecuária e de agricultura de subsistência, perdurando esta situação até meados do século XIX, quando Arraias perde a condição de vila, e em 1850 sendo anexada a Cavalcante e mais tarde a Monte Alegre.

A partir de 1866 foi instalada a Coletoria Estadual e em 1980 deu-se a implantação de Agencia Postal dos Correios e telégrafos e do 1° cartório de Registro Cível. Em 1935 foi instalada a coletoria Federal.

A formação étnica de Arraias é proveniente de descendentes de negros escravos e pessoas livres originárias, ao que tudo indica, de São Paulo e da Bahia. No entanto as características culturais apresentam maior influência baiana do que paulista.

As construções mais antigas são datadas do século XIX. Algumas conservam paredões em tijolos de adobe, destacando-se a Igreja Matriz, que sofreu descaracterização dos seus traços originais em razão das reformas no século XX.

Roda de São Gonçalo
- Festas populares

- vaquejada e congada.
- Danças: Capoeira, Sússia e a Roda de São Gonçalo.
- Festas Religiosas
Padroeira Nossa Senhora dos Remédios (9 de setembro)
Festas de Santos Reis (01 a 06 de janeiro)
São Sebastião (11 a 20 de janeiro)
- Entrudo (carnaval).
- Painel Histórico: Festival de Artes de Arraias “Canta Nordeste”
- Artesanato
- Peças executadas em couro, palha, madeira e argila

- Pratos Típicos: Maria Isabel, Paçoca de Pilão e Mucunzá
- Doces: Caju e buriti
- Bebidas: Licores e pingas.
- Patrimônio Material

Ruínas da casa do feitor na Chapado dos Negros
Vestígios do povoado, testemunhados pelas ruínas de igrejas, de habitações e por rego de captação de água, entre matagais e grandes blocos de pedras.


Igreja Matriz
Igreja Matriz

Dedicada a Nossa Senhora dos Remédios, foi reconstruída com aproveitamento dos velhos paredões, localizada na praça Dr. João D’Abreu.
Praça “Cel. Joaquim de Sena e Silva”
Bem iluminada e com vários bancos, é local de desconcentração para os arraianos, Um bonito coreto e o busto do Coronel, cujo nome cede a denominação atual, completam a paisagem da antiga praça do rosário.




sexta-feira, 11 de outubro de 2013

HISTÓRIA DO TOCANTINS - Navegação impulsiona desenvolvimento de Porto Nacional

Cidade enviou e recebeu mercadorias pelo rio Tocantins.
Pelas águas chegou o prelo, que possibilitou a implantação da imprensa.


 
Porto Nacional é uma das referências históricas do Tocantins. Antes mesmo da criação do estado, ela era uma importante vila do então norte goiano. O rio Tocantins foi a mola que impulsionou o desenvolvimento da região. Era do porto que todo o minério partia para Belém de onde seguia para Portugal. Porto Nacional também recebeu mercadorias e pessoas importantes, como os Dominicanos, que contribuíram para a construção de escolas. Foi também pelo rio Tocantins, que ligava a vila ao Atlântico, que chegou o prelo, que possibilitou a implantação da imprensa no lugar. Segundo moradores, lá eram escritos os maiores manifestos a favor da criação do estado do Tocantins.

Fonte: http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2013/10/navegacao-impulsiona-desenvolvimento-de-porto-nacional.html

HISTÓRIA DO TOCANTINS - Cidades do Tocantins surgem com a escravidão e o ciclo do ouro


Arraias e Natividade, no sudeste do estado, são alguns desses municípios.
Vestígios da época são preservados pelos moradores.




 A presença do negro na história do Tocantins é marcante como na formação do Brasil, na época da colonização. Em Natividade, no sudeste do estado, ainda se encontram vestígios da escravidão e do trabalho dos negros. Um deles são as ruínas da Igreja de Nossa Senhora dos Rosários dos Pretos, construída com pedras, que hoje se tornaram ponto turístico da cidade.
Com a escravidão, houve a exploração do ouro, como conta a guia turística Felisberta Pereira da Silva, que luta pela preservação da memória dos seus antepassados. Ela diz que antes de trazer os negros, tentaram domesticar os índios, mas não conseguiram “acharam mais preguiçosos, na verdade eles queriam saber onde estava o ouro.” Da exploração do ouro ficou a habilidade de transformar o metal em joia, de forma manual.
Outras cidades também surgiram como ciclo do ouro, como Arraias, onde ainda se encontram remanescentes de quilombos. 

HISTÓRIA DO TOCANTINS - CAPIM DOURADO: Jalapão

Peças de capim dourado valem mais que 'ouro' na região do Jalapão

Artesanato surgiu no povoado de Mumbuca, próximo a cidade de Mateiros.
Produtos são feitos com a planta e sustentam centenas de famílias.


Capim dourado se transforma em produtos artesanais (Foto: Agência Tocantinense de Notícias/Divulgação)Capim dourado se transforma em produtos artesanais
 
O Jalapão ocupa uma área de 34,1 mil quilômetros ao leste do estado. A região faz divisa com o Maranhão, Piauí e Bahia e abrange os municípios tocantinenses de Barra de Ouro, Campos Lindos, Centenário, Goiatins, Itacajá, Itapiratins, Lagoa do Tocantins, Lizarda, Mateiros, Novo Acordo, Ponte Alta do Tocantins, Recursolândia, Rio Sono, Santa Tereza do Tocantins e São Félix do Tocantins.

Região do Jalapão, onde surgiu o artesanato do capim dourado (Foto: Sydney Neto/TV Anhanguera ) 
Região do Jalapão, onde surgiu o artesanato do
capim dourado
 
No Jalapão, cerrado e caatinga se misturam e o resultado é uma vegetação rasteira, composta por cachoeiras, rios de águas cristalinas, corredeiras, grandes chapadas e formações rochosas de cores e formas variadas. Destaque para as dunas de areias douradas, com até 30 metros de altura, o que lembra um deserto.
Mas não é só as cachoeiras e as dunas que chamam a atenção. A aventura das estradas de terra, onde só percorrem carros traçados, ganha outros ares no povoado do Mumbuca, a 35 km de Mateiros, onde remanescentes de quilombolas, traçam outra preciosidade tocantinense: o capim dourado.
Do capim dourado, espécie de sempre-viva da família Eriocaulaceae, a palha se transforma em peças de artesanato como pulseiras, brincos, chaveiros, bolsas, cintos, vasos, peças de decoração entre outros, que da cor do ouro brilha e ganha mercados fora do Tocantins e do Brasil.

Trabalho manual transforma o capim em artesanato requintado (Foto: Agência Tocantinense de Notícias/Divulgação) 
Trabalho manual transforma o capim em
artesanato requintado 
 
A arte manual ultrapassou as fronteiras do pequeno povoado e é produzida em outras localidades da região do Jalapão e cidades do estado. O capim dourado só pode ser colhido entre 20 de setembro e 20 de novembro para que não entre em extinção. A colheita é regulamentada por lei que proíbe a saída do material "in natura" da região, somente em peças já produzidas pela comunidade local, visando assim a sustentabilidade ambiental, social e econômica do local.
Laurinda Ribeiro da Silva, de 50 anos, é a presidente da Associação dos Artesãos e Extrativistas do Povoado Mumbuca. Nascida no povoado, próximo à cidade de Mateiros, viu a avó costurar o capim dourado com a seda do babaçu. “Ela chamava de pingo de ouro e fazia o balaio, o porta-joias e o chapéu. Costurava com 5 cm da seda do buriti e 5 cm do capim”, lembra.
Laurinda é sobrinha de Guilhermina Ribeiro da Silva, a dona Miúda, que até antes de morrer, ensinou os descendentes a arte de tecer o capim. “Elas vendiam tudo o que elas mandavam”, lembra ela, dizendo que os produtos artesanais eram vendidos pelos homens, que viajavam para as cidades para comprar sal para o gado, comprar tecido, entre outros.
Até hoje, os homens do povoado mantêm a tradição. São eles que colhem o capim para as mulheres costurarem. “A gente não imaginava que ia ter essa fama, a gente sabia que, se fizesse, vendia.”

Capim dourado ainda verde (Foto: Sydney Neto/TV Anhanguera ) 
Capim dourado ainda verde

Fama
Com a crescente procura, foi criada há 12 anos a associação que conta com 80 mulheres produzindo as mais variadas peças de capim dourado. “Foi bom porque vivíamos isolados, colocou o pão na mesa, não sabíamos o que era fogão, gás”, conta.
A fama do capim dourado, segundo Laurinda, foi importante para o povoado que é habitado por cerca de 150 pessoas, mas está comprometendo a preservação da planta. “Hoje estamos correndo o risco, porque estão colhendo de qualquer forma.”
Além disso, ela diz que não estão voltando ao isolamento por causa do artesanato que chama a atenção de turistas. “A gente tem muita fé e esperança, mas estamos perdendo a esperança porque os políticos não veem o nosso lado, não veem o que fizemos”, observa, dizendo que carecem de saúde, infraestrutura e educação.

Produtos feitos com capim dourado chamam atenção de turistas (Foto: Márcio Vieira/ATN) 
Produtos feitos com capim dourado chamam
atenção de turistas
 
Apesar das dificuldades, Laurinda diz que a arte continua sendo passada as novas gerações e o segredo é colher o capim na época certa. “Tudo tem que ser na hora certa”, enfatiza, dizendo que muitas pessoas da região colhem de forma errada para vender para fora.
Sustento
Longe do povoado do Mumbuca, Gildenora Dias Alves, de 45 anos, nascida em Santa Tereza do Tocantins, conheceu o capim dourado quando ele não era 'famoso'. “Eu viajava muito para a região e na época dos festejos vinham aquelas mulheres para expor. Lembro de ter comprado uma vasilha de capim dourado.”
Mas foi há 12 anos que ela começou a costurar o capim, através da irmã Anália, que mora em Ponte Alta do Tocantins [portal do Jalapão]. “Eu vendia umas peças para a minha irmã e um dia viajei para Ponte Alta e ela me ensinou a costurar e comecei a fazer supla [de mesa], bolsa, carteira.”

Gildenora mostra que as bolsas são todas forradas (Foto: Elisangela Farias/G1) 
Gildenora mostra que as bolsas são todas
forradas
 
A profissão de professora ficou de lado e hoje a dedicação é só para o capim dourado. O trabalho manual é feito em casa e conta com a ajuda dos filhos, mas só nas férias. Mesmo com um salário sazonal, Gildenora diz que foi positivo se tornar artesã. “Dinheiro não paga o dia a dia com os filhos, com a família. Acredito que ganhei.”
Famoso em todos os cantos do país e até no exterior, Gildenora, que vende os produtos na Feira do Bosque, em Palmas, diz que o capim dourado não é tão apreciado pelos tocantinenses. “O turista é quem valoriza, as pessoas daqui passam e nem olham. Não tem valor para a região”, ressalta, dizendo que é preciso uma maior divulgação.

Artesão mostra o capim dourado no Jalapão (Foto: Sydney Neto/TV Anhanguera) 


domingo, 6 de outubro de 2013

Performance O Menestrel Moacir Reis

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=iRHra89S9yc

O Menestrel - William Shakespeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.



 

sábado, 5 de outubro de 2013

Maravilhas do Tocantins

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=6qSKO7gMUPs

Jalapão

Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=IZc9u-bCxmg

Estado comemora 25 anos de criação - 05 de outubro criação do estado do Tocantins

 O estado é novo, mas já nasceu com muitas tradições e culturas, além de reunir em seu espaço geográfico belezas naturais encantadoras. Essas tradições, paisagens, construções e pessoas são símbolos que ajudam a identificar o estado. A seguir, uma lista com 25 destes símbolos.

Dunas do Jalapão: deserto no cerrado tocantinense (Foto: Sydney Neto/TV Anhanguera)

 
1 – Biscoito Amor Perfeito

O Amor Perfeito é um biscoito de formato peculiar à base de trigo feito em Natividade, uma pequena cidade histórica no sudeste do Tocantins. A receita de família começou a ser vendida na porta de casa e sua fama se espalhou. Atualmente, o Amor Perfeito é vendido em vários estados do Brasil.
A receita atravessa gerações e ficou famosa pelas mãos de tia Naninha, uma senhora de 75 anos que aprendeu a receita com a mãe dela e repassou para os filhos. A fábrica artesanal é comandada por uma das filhas.

2 – Girassol

A grande flor amarela é originária da América do Norte, mas é um dos símbolos oficiais do Tocantins. Ela teria sido instituída como símbolo do estado por ser a flor predileta de José Wilson Siqueira Campos, um dos criadores do estado e atual governador.
As sementes, o óleo e a farinha extraídos da planta, que segue o movimento do sol, tem aproveitamento econômico, mas no Tocantins são mais usados em ornamentação. Nos jardins da praça dos Girassóis, onde fica o Palácio Araguaia, sede do governo do estado, os girassóis estão presentes.

3 – Ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Acredita-se que os escravos tenham escondido ouro nas paredes da ruínas da igreja (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
Acredita-se que os escravos tenham escondido
ouro nas paredes da ruínas da igreja
(Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)
Mesmo sendo chamada de ruína, esta igreja é na verdade uma obra inacabada. A construção começou a ser feita no século XVIII pelos escravos que moravam em Natividade, local onde ficam as ruínas. Durante o ciclo do ouro, cerca de 40 mil escravos habitavam a cidade.
Acredita-se que os negros começaram a adorar Nossa Senhora do Rosário por causa de uma aparição de uma imagem da santa em Argel, capital da Argélia. Uma lenda diz que os escravos costumavam enterrar ouro nas paredes dos templos de adoração aos seus deuses como oferendas. A história pode explicar os furos nas paredes das ruínas.  

4 – Jóias de Filigrana

A corrida pelo ouro na região sudeste do Tocantins, na época norte de Goiás, começou no início do século XVIII. De acordo com a Secretaria de Cultura do Tocantins, as minas da região foram responsáveis por 37 % do ouro extraído no Brasil entre 1750 e 1754. A ocupação da região pelos portugueses deixou algumas tradições, entre elas a ourivesaria.
Filigranas são fios finos de metal que quando tecidos formam jóias delicadas e extremamente complexas. O ciclo do ouro se foi, mas o ofício perdurou em Natividade e passou de geração em geração. Atualmente, a profissão de ourives é ensinada na Ourivesaria Mestre Juvenal, um projeto social voltado para a população carente de Natividade.  

5 – Capim Dourado

Conhecido como o ‘ouro do Jalapão’, o capim dourado é uma planta típica da região localizada no leste do Tocantins. Como o nome sugere, as hastes deste capim tem tonalidade dourada que lembram fios de ouro.
A partir de uma técnica oriunda dos índios, as famílias do Jalapão trançam o capim para criar diversas peças artesanais como bijuterias e utensílios de mesa que são vendidos em todo o Brasil e até no exterior.

Os girassóis enfeitam os jardins do Palácio Araguaia, sede do poder administrativo do Tocantins (Foto: Bernardo Gravito/G1) 
Palácio Araguaia, sede do governo do Tocantins, é
uma das construções na praça dos Girassóis
(Foto: Bernardo Gravito/G1)
6 – Praça dos Girassóis

A praça dos Girassóis fica localizada em Palmas e abriga os poderes executivo, legislativo e judiciário do Tocantins. Com 570 mil metros quadrados, a praça reúne diversos símbolos do Tocantins, como o Palácio Araguaia (sede do poder executivo). Também conta com os monumentos Dezoito do Forte e Súplica dos Pioneiros e o Memorial Coluna Prestes, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
De acordo com o governo estadual, a praça é a segunda maior do mundo, perdendo em área apenas para a praça Merdeka que tem 1 milhão de metros quadrados e fica em Jacarta, capital da Indonésia.

7 – Arara Canindé ou Arara de Barriga Amarela
A Arara-Canindé é um dos símbolos oficiais do Tocantins (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
A Arara-Canindé é um dos símbolos oficiais do
Tocantins (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)
Esta ave é um dos símbolos oficiais do Tocantins. Por causa da sua dieta (coquinhos), ela é encontrada perto de áreas com muito buriti ou muito babaçu. A arara Canindé também pode ser vista nas cidades do Tocantins, perto de reservas ecológicas. Por causa da cor da sua plumagem superior, ela costuma ser confundida com a arara azul.

8 – Babaçu

O babaçu pode ser encontrado em grandes quantidades na região norte do Tocantins, conhecida como Bico do Papagaio. O coco do Babaçu é uma das principais fontes de renda as famílias que vivem na região, por causa do seu valor econômico que é dado com uma infinidade de subprodutos, como óleo, farinha, peças artesanais, sabonetes e cosméticos e até carvão.
A extração do óleo criou uma tradição. Em geral, ele é retirado pelas mulheres, conhecidas como quebradeiras de coco. Enquanto quebram as castanhas com um pedaço de madeira elas entoam canções 
regionais.

9 – Chambari

Também conhecido como chambaril, o prato é típico no Tocantins. Em todo o estado é possível encontrar os famosos ‘pontos de chambari’, ao longo das rodovias, avenidas, praças e feiras populares. Os apreciadores do prato dizem que ele é um forte energético e ajuda no trabalho pesado.
O chambari é feito com o que os italianos chamam de ‘ossobuco’ (em tradução livre significa osso furado), que é a parte da perna do boi acima da canela e abaixo do joelho, cortada horizontalmente.
O preparo do chambari leva horas e carne é cozida lentamente com temperos. O cheiro e o sabor do prato são bem característicos e costumam agradar a maioria das pessoas que experimentam.

10 – Abacaxi

Um caminhão andando em marcha lenta pelas ruas com um alto-falante fazendo a propaganda do abacaxi, enquanto vendedores oferecem um pedaço da fruta para quem passa. Esta é uma cena muito comum de se ver nas cidades do Tocantins. Em 2012 o Tocantins foi o sétimo produtor de abacaxi pérola do país, alcançando 34 milhões de toneladas, o que equivale a geração de uma renda de R$ 34 milhões de acordo com um levantamento feito pelo IBGE.
A produção de abacaxi é tradicional na região central do estado, principalmente em Miranorte, Rio dos Bois e Miracema do Tocantins. Quem viaja pela região, encontra barracas nas margens das rodovias destinadas exclusivamente à venda do abacaxi produzido nas redondezas. A produção local é vendida no estado e em cidades de Minas Gerais, Santa Catarina, Distrito Federal e São Paulo.

11 – Gado bovino

A pecuária é uma das principais fontes de renda do Tocantins e, além de atender ao consumo interno, é exportado para outros países, principalmente da Ásia e da Europa. De acordo com um artigo publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2008 o Tocantins exportou mais de 17 mil toneladas de carne e outros produtos bovinos, como o couro. Este volume corresponde a cerca de US$ 32 milhões, o que equivale usando cotações atuais, a pouco mais de R$70 milhões.
Segundo a organização O Eco da Amazônia, em 2011 o Tocantins abateu - em nove frigoríficos espalhados pelo estado - uma média de 4110 cabeças por dia.

A Fava de Bolota é muito encontrada em praças e jardins do estado (Foto: Bernardo Gravito/G1) 
A Fava de Bolota é muito encontrada em praças e
jardins do estado (Foto: Bernardo Gravito/G1)
12 – Fava de Bolota

Esta árvore é tão comum no Tocantins que virou um dos símbolos oficiais do estado. É uma árvore frondosa e de grande porte, podendo chegar a ter 30 metros de altura. Por crescer rapidamente e oferecer sombra, é muito usado em praças e jardins. Em Palmas, elas podem ser vistas nos canteiros das avenidas e na praça dos Girassóis.
O nome pode ter vindo das flores, que chamam bastante atenção pelo formato esférico e pela cor avermelhada, ou dos seus frutos, vagens em formato encaracolado que nascem em cachos e chegam a atingir 20 centímetros de comprimento. A Fava de Bolota floresce entre os meses de agosto e outubro e dá fruto entre os meses de dezembro e março.

13 – Jiquitaia e Súcia (danças)

As danças podem ter tido origem com a ocupação dos escravos na região sudeste do estado durante o período da corrida pelo ouro na região. A súcia também é chamada de suça ou sússia e é uma dança folclórica que ainda está presente nas cidades da região. Em festas como a Folia do Divino, em Monte do Carmo, a dança é uma tradição.
Embalados por tambores e cuícas, homens e mulheres se agitam em danças circulares. A jiquitaia é um dos passos da súcia. Jiquitaia é uma formiga que tem uma picada muito dolorida, também conhecida em outras regiões como ‘lava-pés’ ou ‘formiga de fogo’. Na dança, as pessoas se agitam como se estivessem com o corpo infestado de formigas jiquitaia e tentassem repeli-las.

14 – Rio Tocantins

Quase todo navegável, o rio Tocantins ainda é uma importante rota de comércio do estado (Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera) 
Quase todo navegável, o rio Tocantins ainda é uma
importante rota de comércio do estado
(Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera)
O rio Tocantins nasce em Goiás, na região centro-oeste do país, percorre o Tocantins do sul ao norte, atravessa o estado do Pará e desagua perto da ilha de Marajó, no extremo norte do país. São pouco mais de 2400 quilômetros de extensão quase todos navegáveis em função do grande volume de água.
Atravessando tantas regiões, o rio que deu nome o estado foi um dos principais responsáveis pela ocupação do Tocantins. Por ser ainda hoje uma importante rota de comércio, diversas cidades foram se formando às margens do rio que já eram habitadas também por tribos indígenas.
Do rio, as cidades e as tribos puderam se sustentar e suas margens viraram um enorme berço de histórias e tradições culturais.

Araguatins (TO) é uma das cidades nas margens do rio Araguaia (Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera) 
Araguatins (TO) é uma das cidades nas margens
do rio Araguaia (Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera)
15 – Rio Araguaia

O Araguaia nasce no sudoeste de Goiás, do outro lado do Brasil e suas águas correm para o norte do Brasil. O rio define as divisas dos estados de Goiás com o Mato Grosso antes de chegar ao Tocantins. Por aqui, o rio delimita toda a divisa oeste do estado, com o Pará antes de encontrar o rio Tocantins no oeste do estado.
A Ilha do Bananal, maior ilha pluvial do mundo fica no sudoeste do estado e é uma importante área de criação de gado bovino e de plantações de arroz. Ainda assim, grande parte da ilha permanece intocada e ela serve de habitat para animais exóticos, além de ser habitada por povos indígenas.
Durante os períodos de estiagem, o nível do Araguaia baixa e seus bancos de areia ficam aparentes, formando praias de água doce. Estas praias são um dos destinos preferidos dos tocantinenses.

16 – Pequi

O pequizeiro é uma árvore típica do cerrado, com casca grossa e troncos retorcidos (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
O pequizeiro é uma árvore típica do cerrado, com
casca grossa e troncos retorcidos
(Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)
O fruto amarelo de cheiro marcante é um dos ingredientes mais tradicionais da culinária goiana e, por consequência, tocantinense. Ele é muito usado em pratos que combinam o fruto com outros ingredientes, como arroz ou frango, mas para comer pequi é preciso cuidado. Seu caroço tem espinhos que machucam a boca caso ele seja mordido.
A época de colheita do pequi se inicia em outubro e dura aproximadamente dois meses. O fruto nasce em uma árvore frondosa que é muito cobiçada pelos comerciantes em função de sua madeira amarela e bastante rígida. A derrubada da árvore é proibida por lei.
17 – Caju

O cajueiro é uma árvore típica do cerrado e no Tocantins seu fruto pode ser encontrado a partir do mês de agosto, quando cai a chamada ‘chuva do caju’. Nesta época, o estado atravessa um período de estiagem que é interrompido por chuvas que duram aproximadamente uma semana. Após a chuva, o período de estiagem é retomado, mas ela é suficiente para amadurecer o fruto que é usado para fazer doces ou comido ‘in natura’.

O sol poente é uma das imagens mais belas do Tocantins (Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera) 
O sol poente é uma das imagens mais belas do
Tocantins (Foto: Sydney Neto/ TV Anhanguera)
18 – Sol
O sol está na bandeira do Tocantins e é um dos principais recursos naturais do estado. A luminosidade no estado tem cerca de 2470 horas por ano, de acordo com o governo do estado. Tanta luz é importante para agricultura e pode acelerar o crescimento de algumas plantas, principalmente de árvores.
Ele também é fundamental para o turismo. Com uma estação de estiagem de aproximadamente seis meses e muitas áreas navegáveis nos rios Araguaia e Tocantins, a prática de esportes náuticos é comum em todo o estado. Além disso, o calor aumenta o movimento nas praias que se formam quando os níveis de água dos rios baixam.
19 – Praias de água doce

O Tocantins tem apenas duas estações bem definidas que duram aproximadamente seis meses cada, uma chuvosa e outra seca. O período seco vai de maio a outubro e é conhecido como ‘verão tocantinense’. Neste período os níveis de água dos rios do Tocantins baixam e os bancos de areia ficam aparentes, formando praias de água doce.
Principalmente nas férias de julho, diversos tocantinenses vão para as margens dos rios para e ficam até um mês instalados em acampamentos. Estes acampamentos são sofisticados e tem gerador de energia elétrica, chuveiros, banheiros químicos e cômodos definidos como se fossem uma casa. As praias mais frequentadas ficam no rio Araguaia.

20 – Balsas
Em Tocantinópolis, a travessia do rio Tocantins é feita de Balsa (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
Em Tocantinópolis, a travessia do rio Tocantins é
feita de balsa
(Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)
O rio Tocantins e o Araguaia atravessam o estado do sul ao norte e por diversas vezes precisam ser cruzados. Com larguras que podem chegar a até oito quilômetros em áreas represadas, nem sempre as ponte que ligam as margens existiram e sua travessia em alguns pontos ainda precisa ser feita de balsa.
É o que acontece entre Miracema do Tocantins e Tocantínia, no centro do estado. As cidades são divididas pelo rio Tocantins e para ir de uma para outra é preciso pegar uma balsa. Para escoar a produção de soja do nordeste do Tocantins é preciso atravessar o rio Tocantins entre os municípios de Barra do Ouro e Filadélfia. Com ainda não existe uma ponte no local, no período de safra, longas filas de carretas se formam para aguardar a travessia.

21 – Pontes

A largura dos rios Tocantins e Araguaia precisam ser vencidas com pontes que desafiam os engenheiros. A maior delas fica sobre o lago na capital Palmas. Denominada de ponte Fernando Henrique Cardoso, ela tem 8 quilômetros de extensão e seu vão principal é preparado para a passagem de barcos de carga.
Ao longo do estado existem outras pontes importantes como as que ligam os municípios de Pedro Afonso e Guaraí, Miracema e Lajeado, Aguiarnópolis e Estreito (MA) e São Miguel do Tocantins e Imperatriz (MA).

22 – Quilombos
A população dos quilombos do Tocantins ainda vive isolada (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
A população dos quilombos do Tocantins ainda
vive isolada (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)
As comunidades quilombolas do Brasil foram reconhecidas em 2004 e no Tocantins existem 15 comunidades. A maioria delas fica na região sudeste do estado.
Durante a corrida pelo ouro no Tocantins, em meados do século XVIII, muitos escravos foram trazidos para região. Acredita-se que somente em Natividade havia cerca de 40 mil escravos trabalhando nas minas de ouro da região. Como aconteceu em todo o país, parte destes escravos fugiam e formavam quilombos em regiões de difícil acesso para não serem encontrados por seus donos.
A escravidão acabou, mas as comunidades continuaram a existir isoladas da sociedade. O isolamento social preservou os costumes e tradições destes povos, mas também trouxe consequência. Por falta de documentos, eles tem acesso difícil aos serviços sociais.

23 – Artefatos indígenas - Bonecas Ritxokô

A cerâmica feita por indígenas do Tocantins, como vasilhas culinárias e câmaras mortuárias são bastante conhecidas, mas as peças derivadas do barro que mais se destacam são as bonecas Ritxokô, feitas pelas índias da etnia Karajá.
As bonequinhas são feitas com barro branco encontrado no fundo dos rios e são usadas para ensinar as meninas da etnia Karajá sobre as lendas e os costumes do seu povo. A maior parte das aldeias da etnia ficam na Ilha do Bananal, na região sudoeste do Tocantins.

A flora do Tocantins tem diversas espécies de palmeiras e coqueiros (Foto: Clóvis Cruvinel/Acervo Pessoal) 
A flora do Tocantins tem diversas espécies de
palmeiras (Foto: Clóvis Cruvinel/Acervo Pessoal)
24 – Palmeiras e coqueiros
Diversas espécies de palmáceas, árvores que tem o caule longo e retilíneo e folhas em forma de palma na copa, são comuns no Tocantins. Além do babaçu, o estado é abundante em buriti, palmito, coco e palma (planta que dá nome à capital).

25 – Pedra canga
A pedra tem coloração avermelhada, superfície irregular e áspera. Podendo ser encontrada em diversos lugares do estado, a pedra canga ainda hoje é usada na construção de casas, principalmente no interior do estado. A pedra também é usada no paisagismo e na construção de diques. A igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Porto Nacional é uma das construções que usam a pedra.
A igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Porto Nacional, é feita com pedra canga (Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal) 
A igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Porto Nacional, é feita com pedra canga
(Foto: Clóvis Cruvinel/ Acervo pessoal)